A vida intra uterina e o Espírito

  • Na vida embrionária (intra uterina) enquanto ocorre o desenvolvimento do corpo físico, o Espírito, ser pré-existente que começa o processo de ligação ao corpo em formação, não tem plena consciência da situação, mas as experiências que se passam nesse período ficam marcadas e são importantes na vida futura.
  • A reencarnação é resultado de um cuidadoso planejamento elaborado e conduzido pelos Espíritos Superiores onde, na própria fecundação, há a seleção do espermatozoide mais apropriado para as experiências daquele Espírito que retorna à matéria, fruto desse projeto.
  • Hoje a moderna ciência confirma que não é o gameta masculino mais rápido, nem o mais qualificado, nem o primeiro que chega ao óvulo feminino que rompe a sua membrana e o fertiliza, mas aquele que é “energeticamente compatível”. Isso ocorre porque é nesse momento que são determinadas as características genéticas e hereditárias necessárias ao aprendizado do ser que renasce.
  • No momento da fecundação, o Espírito que já se aproximava fluidicamente da futura mamãe agora começa seu processo físico reencarnatório. A energia vital do Espírito vai se acoplando a cada célula multiplicada a partir do zigoto, dando-lhe vida e direcionamento no desenvolvimento do corpo físico do feto.
  • O pleno êxito da gestação depende, além da condição biológica favorável, mais especialmente do perfeito acoplamento e aceitação do Espírito ao processo. Se alguma dessas condições não está a contento, poderá ocorrer o abortamento espontâneo.
  • Durante essa etapa o Espírito fica, de certa forma, inconsciente porque o órgão de manifestação dessa consciência (o cérebro) está em processo de formação. Mas, apesar disso, os fatos que ocorrem, as situações familiares, o estado psicológico da mãe, os estresses, as preocupações, tanto quanto as alegrias e o bem-estar provocam profundas repercussões no Espírito, podendo afetá-lo durante toda a sua vida.
  • Da mesma forma, o Espírito que se liga ao embrião também provoca reflexos na mãe gestante. As alterações de humor, desejos incoerentes e pensamentos conflitantes podem ser resultados da influência do Espírito que, atuando fluidicamente sobre a mãe, transformam-na em uma espécie de “médium” dele.
  • Podemos citar, como exemplo, a aversão repentina que algumas gestantes passam a ter de seus maridos, em especial, no início da gravidez. Em alguns casos, justifica-se essa atitude pela vinda de um Espírito antagônico ao próprio pai e que vem justamente para o reajustamento das animosidades. Finda a gestação ou até antes disso, quando se equilibram as emoções, os sentimentos do casal retornam ao nível normal.
  • É importante lembrar que todos já tiveram muitas experiências e cada uma delas deixou marcas profundas. Muitas são perceptíveis como o conhecimento inato, as experiências marcantes, os sentimentos, as tendências adquiridas, as emoções que surgem, os traumas e temores que afloram desde tenra idade.
  • Tudo isso demonstra a imensa responsabilidade dos pais frente à alma que reencarna sob sua égide. Esta programação se inicia no plano espiritual onde há a preparação emocional dos pais e do filho, o planejamento familiar e conscientização das provas que terão que passar no mundo físico.
  • Uma gestação emocionalmente tranquila, as conversas serenas dos pais com o bebê ainda no ventre, a manutenção de uma vida saudável à gestante, com uma alimentação equilibrada e sem substancias nocivas, bem como a presença amorosa do pai, proporcionando uma atmosfera harmônica ao lar, são fatores de profunda importância para o desenvolvimento físico, mental e emocional do bebê e, consequentemente, uma vida mais equilibrada e feliz ao ser que retorna à Terra com propósitos evolutivos. 
  • Texto compilado de Luís Roberto Scholl.
  • Fonte: Jornal Ramatis 
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Hoje …….


Hoje …….

Dia de começar experiências que nos melhorem ou reajustam; de consultar essa ou aquela página edificante que nos ilumine a rota; de escrever a mensagem ao coração amigo que nos aguarda a palavra, a fim de reconfortar-se ou assumir uma decisão; de promover o encontro que nos valorize as esperanças; de estender nossas orações aos que nos consideram adversários em qualquer campo que seja e também por aqueles que ainda se encontram sem a presença da indulgencia implantada em suas consciências, dificultando o correto direcionamento dos semelhantes em seu caminho evolutivo !

Muita Paz !

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Saber e Crer

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A confusão e a incerteza que observamos por toda a parte, revelam um estado de crise inquietante que repercute na ordem social inteira, sob a brilhante superfície de uma refinada civilização, se escondendo um fundo mal estar. Por todas as camadas sociais a irritação cresce a luta pela vida e pelos interesses, tornando-se a vida cada vez mais encarniçada.

O sentimento do dever vem cada dia se enfraquecendo nas consciências a ponto de os homens nem saberem mais em que consiste o dever. Nunca, a força dominou tanto.

Torna-se necessário, agora mais do que nunca, esclarecer que a fonte de todos os males esta na falta de esclarecimento e na inferioridade moral. Qualquer sociedade será débil, impotente e dividida enquanto nela predominar a duvida, o egoísmo, a inveja e a desconfiança.

Uma sociedade não se transforma por meio de leis, pois estas, como as instituições, nada são sem os costumes, sem os ideais. Para melhorar a forma de uma sociedade e necessário antes de tudo, trabalhar sobre a inteligência e a consciência dos indivíduos.

Mas não basta, entretanto, saber e crer pois é necessário também, viver aquilo que se sabe e se crê fazendo penetrar na pratica cotidiana da vida, os princípios superiores adotados e assimilados.

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O histórico e as formas de combate ao bullying no Brasil

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Violência física, apelidos constrangedores, referências preconceituosas e outros comportamentos agressivos são formas pelas quais se pratica o bullying.

Se hoje o tema é parte da agenda pública é porque, na década de 1970, o pesquisador sueco Dan Olweus passou a estudar o assunto, que ganhou notoriedade nos anos 1980, chegando ao Brasil no final dos anos 1990.

No entanto, agressões deste tipo já eram identificadas nas escolas nos séculos XVIII e XIX, quando o comportamento era visto como “natural”, inerente ao ser humano, tanto é que há descrições de professores participando de dinâmicas hoje entendidas como bullying. Essas descrições mais antigas relatam apenas agressões físicas realizadas por meninos contra seus colegas, geralmente mais novos.

Os relatos atuais descrevem também agressões mais elaboradas, envolvendo violência psicológica, por exemplo, por meio do isolamento de uma pessoa do grupo.

Entendendo o bullying
A dinâmica do bullying é marcada pela presença de alguns atores: autor, alvo e testemunhas. O autor é quem ataca a criança, supostamente mais fraca, com o objetivo de causar dor, constrangimento ou humilhação e o alvo é quem sofre as agressões.

O fenômeno é caracterizado por ações agressivas, repetitivas e imotivadas, contra uma pessoa específica. Em regra, o alvo se vê como incapaz de se defender da agressão.

Diferentemente das brigas, discussões ou desavenças, o bullying é reiterado, deliberado e intencional.

A repetição aumenta o potencial lesivo das agressões, reafirma seu conteúdo e é capaz de gerar um sentimento de abandono e insegurança na criança que é alvo.

Outra característica relevante é a dificuldade de identificação de casos de bullying, pois as crianças, especialmente as que são alvo da agressão, escondem dos adultos os acontecidos e relutam em buscar ajuda.

Assim, para combater o bullying, é necessário identificá-lo ativamente, além de cultivar um ambiente em que a criança sinta-se acolhida o suficiente para expor sua situação.

Lei de combate à Intimidação Sistemática (bullying)
A recém-aprovada Lei nº 13.185/16, além de trazer uma definição legal para o bullying, ali denominado “intimidação sistemática”, cria uma política nacional de combate à prática e assegura atendimento psicológico aos alvos, impondo a escolas, clubes e agremiações o dever de “assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate à violência e à intimidação sistemática”.

Assim, a nova legislação esclarece que escolas, clubes e agremiações recreativas têm responsabilidade sobre o bullyingque ocorra sob seus auspícios. Além de obrigá-los a atuar de forma a evitar a ocorrência das agressões e identificá-las ativamente.

Tal previsão é importante, pois, como dito, as crianças por vezes escondem o bullying dos adultos, que, a seu turno e não raramente, erram ao tratá-lo como algo normal. Com a nova lei, fica claro que as escolas, agremiações e clubes não mais podem ignorar as agressões.

Da mesma forma, devem promover a conscientização das crianças sobre o bullying, inclusive para orientá-las sobre como agir diante das agressões.

Consequências do bullying
O alvo é quem arca com as mais doloridas consequências da prática, que vão do estresse ao suicídio, nos casos mais extremos, passando pela baixa autoestima, autoflagelação e evasão escolar. Do ponto de vista social, é comum o afastamento dos colegas, que evitam o contato com a vítima, com temor de serem também alvos do bullying, agravando o sofrimento do alvo.

É importante lembrar que o autor também é afetado pela violência, em especial se nenhuma medida é tomada para interrompê-la. A vivência do papel de agressor é relacionada a atitudes antissociais na vida adulta, há estudos que apontam a correlação entre praticar bullying na infância e condenações criminais e envolvimento em casos de violência doméstica.

Menos lembradas, mas também afetadas, são as testemunhas da violência. Sim, mesmo as crianças que não têm ligação direta com a agressão são afetadas. Os sentimentos variam entre os diferentes indivíduos, mas a literatura descreve medo (de ser vítima no futuro), desamparo, raiva do agressor e culpa por não agir para evitar a violência. Dessa forma, como resultado, observa-se nas testemunhas reações semelhantes às dos agressores como a evasão escolar.

Assim, estando claro que o bullying traz consequências negativas a todos os envolvidos, o cumprimento da Lei nº 13.165/15 contribui para a efetivação do Artigo 227 da Constituição Federal, que afirma ser “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.” Guilherme Perisse.

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2016

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Feliz Ano Novo
Glückliches Neues Jahr
Nytar
Feliz Año Nuevo
Felicigan Novan Jaron
Heureuse Nouvelle Année
Feliz Aninovo
Shaná Tová
Happy New Year
Felice Nuovo Anno
Akemashite Omedetou Gozaimasu

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Objetivos do Milênio

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Você certamente ouviu falar dos Objetivos do Milenio. Lançados em 2000, tinham como metas dar condições mínimas de qualidade de vida para a população mundial até 2015. Após vários avanços ao longo desses anos, as Nações Unidas decidiram desdobrar os oito objetivos em 17, com ênfase na sustentabilidade. Afinal, mais do que nunca é hora de pensar no futuro da humanidade.

Assim nasceram os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que vários países, incluindo o Brasil, se comprometeram a atingir até 2030. Então, para mostrar como sua empresa pode se alinhar às metas globais, fizemos uma pesquisa sobre o tema e separamos os melhores conteúdos. Veja a seguir:

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A Agenda 2030 é universal, integrada e transformadora

Os ODS, como também são conhecidos, são compostos por 169 metas, que reforçam a necessidade de acabar com a pobreza e de prover educação, saúde, água e saneamento para todos (tópicos que já estavam presentes nos Objetivos do Milênio) e vão além. A ideia é construir um mundo mais equilibrado, com oportunidades para todos e respeito ao meio ambiente.

Para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban-ki-moon, a Agenda 2030 é “universal, integrada e traz uma visão transformadora para um mundo melhor“.

Como sua empresa pode participar?

Para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sejam alcançados, não basta apenas que o governo se mobilize. É necessário também o envolvimento ativo do setor privado, da sociedade civil e de cada pessoa individualmente.

Apesar de muitas empresas já possuírem práticas e iniciativas alinhas aos ODS, ainda há muito o que ser feito. Confira abaixo 6 dicas para que a sua empresa comece esta caminhada:

1) Defina prioridades

Conheça os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, avalie o seu impacto e defina prioridades. Cada empresa tem suas próprias características e necessidades, portanto, alguns ODS vão afetar mais o seu negócio do que outros. Cada empresa deve identificar quais objetivos afetam seus negócios mais diretamente e estabelecer prioridades de ação sobre eles.

2) Reavalie o modelo de negócios

Busque um modelo de negócio sustentável e inclusivo, estabelecendo metas empresariais que estejam alinhadas com os ODS identificados como prioritários. Uma vez identificadas as prioridades em relação aos ODS, as empresas devem começar a estabelecer objetivos mensuráveis a curto e longo prazo.

3) Busque e ofereça ferramentas

De acordo com a consultoria PwC, as empresas estão começando a adotar medidas para cumprir e colaborar com as metas dos ODS. Até o momento, apenas 13% dos empresários e executivos ouvidos pela pesquisa afirmaram que encontraram as ferramentas certas para atingir os ODS dentro do local de trabalho. A pesquisa diz também que a expectativa para o início dos ODS pela iniciativa privada é alta e que este é o momento exato para difundir a nova agenda.

4) Forme parcerias

Fomente alianças público-privadas e setoriais. Os ODS dependem muito do trabalho conjunto entre os diferentes atores da sociedade para darem certo, especialmente entre governo, sociedade civil e setor privado. A colaboração entre empresas, através de suas cadeias de valor também é de grande importância.

5) Multiplique

Replique o novo modelo de negócio em todos os países onde a empresa desenvolve suas atividades e em sua cadeia de fornecedores. O esforço é mundial e compete a todos, independentemente do tamanho do negócio.

6) Divulgue os resultados

Comunique a contribuição da empresa aos ODS de forma concisa, confiável e clara. Não deixe de reportar os esforços que a sua empresa está fazendo para colaborar com os ODS, pois toda informação enquadrada dentro deste grande marco internacional será compreendida e valorizada.

Fonte: – Pacto Global Rede Brasileira

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Guerra Santa por Um Pedaço do Céu

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Em época em que a liberdade religiosa é pregada aos quatro ventos nos países laicos, ainda existe uma grande resistência por parte de alguns pseudo religiosos que acreditam que o deus deles é melhor, ou que a religião que a servem é a única porta de entrada para o “céu”, e que todas as demais levam ao infortúnio e pecado em vida, e ao “inferno” no desencarne.

As disputas pelos credos – muitas vezes são camufladas e, em outras tantas, são expostas publicamente nas mídias impressas e televisivas –, já geraram guerras e ceifaram a vida de milhões de inocentes no mundo todo. Ainda assim, tem quem faça parte do exército implacável, que acredita que vale qualquer preço para angariar mais ovelhas para o pastoreio do Cristo. Acreditam que o simples fato de trazerem alguém para a sua religião, pode gerar a tão sonhada salvação.

Ora, mas como isso pode ser possível se a salvação é individual, como prega a Bíblia? Essa é a questão primordial que deveria ser colocada em pauta nos meios religiosos e nas discussões acerca do tema. Esquecer de olhar a sua própria vida e, querer mudar a conduta do próximo, é como tapar os olhos e andar rumo ao despenhadeiro, é queda na certa!

Em Mateus capítulo 7 versículo 5, o recado é bem claro: “Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás de tirar o argueiro do olho do teu irmão.” Deus e Jesus não são representados por construções ou placas de igreja ou de centro espírita. Eles são a personificação do amor, fraternidade, paz, união, humildade e boa vontade, lições que precisam ser seguidas. De acordo com Lucas – capítulo 6, versículos 43 e 44, “não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porquanto, cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas”.

Que a regeneração do mundo traga para o ser humano o entendimento de que ninguém deixará de viver provas e expiações na Terra, ou gozará de boa vida no plano espiritual por conta da sua doutrina, mas pelas suas ações e trabalho no bem.

Então, mãos à obra!

RENATA GIRODO

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